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HISTÓRIA DA FAMÍLIA MEROLLI NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Tudo começou em 1937, quando Gilberto Merolli, um empreendedor nato, comprou seu primeiro caminhão. Residente em Curitiba, a cidade era uma província e a maioria dos produtos aqui comercializados eram provenientes da cidade de São Paulo. Assim, como motorista, Gilberto Merolli iniciou a trajetória da Família neste ramo, sendo também os primeiros passos da atividade no Estado do Paraná.

Fazendo visitas no comércio local, Gilberto relacionava as encomendas dos comerciantes e seguia para São Paulo, onde se encarregava da compra e retornava para Curitiba. O trajeto era uma aventura e a viagem levava em média trinta dias, pois era necessário aguardar a produção dos itens encomendados. As estradas eram precárias, as poucas existentes eram feitas pelo Exército e em 1941 foi criado o DNER — Departamento Nacional de Estradas de Rodagem. Percebendo a demanda do negócio, Gilberto formou um grupo de dezoito caminhoneiros ou chaffeurs como eram chamados na época e constituíram a empresa, algo parecido como as Cooperativas de hoje.

Em função das dificuldades da atividade, até mesmo pela falta de representatividade junto aos órgãos públicos, Gilberto com um grupo de Transportadores do Paraná, fundam em 1943 o Sindicato dos Empregadores em Transportes Terrestres de Curitiba, hoje Setcepar. Com o Sindicato o setor se fortaleceu, sendo um elo representativo entre os Transportadores e Governos.


Gilberto Merolli

Frota de Gilberto no desfile de Curitiba em
comemoração ao Dia do Trabalho — Ano 1940

 

Com a forte industrialização do Brasil nos anos 40 e 50, o transporte de cargas vivia um bom momento, porém os cooperados não acreditavam no desenvolvimento do setor e Gilberto persistiu sozinho com seu empreendimento, que teve uma rápida expansão, abrindo filiais, primeiramente em São Paulo de depois no Sul do Brasil.


Filial São Paulo — Anos 50

Mercedes Benz L 312 — Ano 1956

 

Os processos operacionais eram artesanais, já que tratava-se de uma atividade em desenvolvimento. O aproveitamento de carga dos veículos era muito pequeno e os caminhões comportavam pouca capacidade, visto que o perfil das embalagens aumentavam muito o volume dos produtos.


Carregamento de refrigeradores

 

A implantação da indústria automobilística na década de 50 estimulou a expansão da malha de transportes, trazendo grande ganho ao setor.

Nos anos 60, Gilberto Merolli tem o ingresso do seu filho, Roberto Sergio Merolli, nas atividades da empresa, com apenas 15 anos de idade, trabalhando no departamento de contas à receber. Com o passar do tempo, Sergio foi conhecendo os demais setores, bem como estando presente nas entidades de classe, sendo vogal da Junta Comercial do Paraná, membro da NTC ( entidade Nacional responsável pelas federações, sindicatos e associações do setor) e presidente por quatro anos do Setcepar.


Roberto Sergio Merolli

 

Nos anos 70 a economia Brasileira estava sob forte demanda, a produção industrial se ampliava a todo o vapor, impulsionando o setor de transporte de cargas, visto ser o principal modal logístico do País. A dependência brutal da atividade por mão de obra, encorpava o quadro de funcionários das Transportadoras, onde Gilberto já empregava mais de 1.500 colaboradores. Com o amadurecimento do negócio, a Família Merolli tornou-se referência no transporte de cargas fracionadas no Brasil, sendo reconhecida pela qualidade do serviço prestado e se especializando em segmentos como da linha branca e linha marrom.


Veículo carregado com linha branca — refrigeradores

 

O setor dispunha de veículos mais modernos e adequados a necessidade, com novos equipamentos de movimentação de produtos, porém não tinha disponível carretas para cargas volumosas e baixo peso. Com esta oportunidade, Gilberto funda a Metalúrgica Merolli, visando à produção de carretas com 13,60 mts. de comprimento, tendo assim melhor aproveitamento dos veículos para o transporte da linha branca.


Primeira Carreta fabricada pela Merolli — Anos 80

 

Na década de 90, com o maior acesso aos equipamentos de informática e expansão da internet, foi possível aplicar um imenso ganho no processo logístico das Transportadoras, tendo início as interfaces de sistema com clientes, onde a Rodobras iniciou os processos de intercâmbio eletrônico de dados com seus principais clientes. Neste período também, Giancarlo Merolli, filho de Roberto Sergio Merolli, ingressa no Transporte Rodoviário de Cargas, representando a terceira geração da Família .


Giancarlo Merolli

Logomarca — Anos 90

 

Desde o início dos anos 2000, o transporte rodoviário de cargas vem sofrendo com a progressiva deterioração das infraestruturas viárias, bem como aumento da criminalidade e que a teve como consequência o crescente roubo de cargas rodoviárias. A Rodobras adotou como prevenção, medidas de gerenciamento de riscos, as tecnologias mais avançadas em equipamentos de segurança e treinamento de seus colaboradores, cujo resultado foi um baixo índice de sinistralidade, tendo assim a oportunidade de desenvolver na sua carteira, clientes com produtos de alto valor agregado, aumentando sua participação no transporte de eletroeletrônicos.


Frota — ano 2000

 

Desde que ingressou no transporte rodoviário de cargas, a família Merolli sempre preservou o respeito com seus colaboradores, clientes e fornecedores, desenvolvendo sua atividade de forma ética, com um gestão que preserva a relação humana. Desta forma, conquistamos o respeito e reconhecimento, através da dedicação e paixão pelo que fazemos.